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86 [oitenta e seis]

Perguntas – passado 2

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86 [quatre-vingt-six]

Questions – Passé 2

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86 [quatre-vingt-six]

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Que gravata você usou? Qu---- c------ a---- p---- ?
Que carro você comprou? Qu---- v------ a---- a----- ?
Que jornal você assinou? À q--- j------ t------ a----- ?
   
Quem você viu? Qu- a-------- v- ?
Quem você encontrou? Qu- a-------- r-------- ?
Quem você reconheceu? Qu- a-------- r------ ?
   
Quando você se levantou? Qu--- v--- ê-------- l--- ?
Quando você começou? Qu--- a-------- c------- ?
Quando você terminou? Qu--- a-------- a----- ?
   
Por que é que acordou? Po------ v--- ê-------- r------- ?
Por que é que se tornou professor? Po------ ê-------- d----- i---------- ?
Por que é que pegou um táxi? Po------ a-------- p--- u- t--- ?
   
De onde você veio? D’-- ê--- v--- v--- ?
Para onde você foi? Où ê-------- a--- ?
Onde você esteve? Où a-------- é-- ?
   
A quem você ajudou? Qu- a---- a--- ?
Para quem você escreveu? À q-- a---- é---- ?
Para quem você respondeu? À q-- a---- r------ ?
   

O bilinguismo melhora a capacidade de ouvir

As pessoas que falam duas línguas ouvem melhor. São capazes de distinguir com exatidão ruídos diferentes. Este é o resultado de um estudo realizado nos EUA. Os pesquisadores testaram uma série de adolescentes. Uma parte das pessoas envolvidas no estudo era bilíngue. Estes adolescentes falavam inglês e espanhol. A outra parte dos jovens testados falava apenas inglês. Os adolescentes tinham que escutar uma determinada sílaba. Tratava-se da sílaba "da". Não pertencia a nenhuma das duas línguas. Os adolescentes envolvidos no estudo ouviram a sílaba através de fones de ouvido. Simultaneamente, foi medida a atividade cerebral através de eletrodos. Depois do teste, os adolescentes tiveram que ouvir novamente a mesma sílaba.

No entanto, desta vez, ouviram também muitos ruídos perturbadores. Eram várias vozes que diziam frases sem sentido. Os jovens bilíngues reagiram intensamente ao ouvirem a sílaba. O seu cérebro registou uma grande atividade. Com ou sem ruído ambiente, conseguiam identificar exatamente a sílaba. Algo que as pessoas monolíngues não conseguiam. O seu ouvido não era tão bom como o dos sujeitos bilíngues O resultado desta experiência surpreendeu os pesquisadores. Até agora sabia-se apenas que os músicos tinham uma capacidade de percepção sonora particularmente boa. Parece, no entanto, que o bilinguismo também exercita o ouvido. Os bilíngues são confrontados constantemente com diversos sons. Isto obriga o cérebro a desenvolver novas capacidades. Ele aprende a distinguir com precisão diversos estímulos linguísticos. Os pesquisadores estão testando agora o modo pelo qual os conhecimentos linguísticos afetam o cérebro. Talvez o nosso ouvido possa beneficiar-se do fato de aprendermos novas línguas em uma fase mais avançada da nossa vida...