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Você quer fumar? ¿Q------ (u----) f----? ¿Querría (usted) fumar?
Você quer dançar? ¿Q------ (u----) b-----? ¿Querría (usted) bailar?
Você quer passear? ¿Q------ (u----) p-----? ¿Querría (usted) pasear?
Eu quero fumar. (Y-) q------ f----. (Yo) querría fumar.
Você quer um cigarro? ¿Q------- u- c---------? ¿Querrías un cigarrillo?
Ele quer isqueiro. (É-) q------ u- e---------. (Él) querría un encendedor.
Eu quero beber alguma coisa. (Y-) q------ b---- a---. (Yo) querría beber algo.
Eu quero comer alguma coisa. Qu----- c---- a---. Querría comer algo.
Eu quero descansar um pouco. Qu----- d-------- u- p---. Querría descansar un poco.
Eu quero lhe perguntar uma coisa. Qu----- p---------- a---. Querría preguntarle algo.
Eu quero lhe pedir um favor. Qu----- p------ a---. Querría pedirle algo.
Eu quero convidá-lo para alguma coisa. Qu----- i-------- / --- a a---. Querría invitarle / -la a algo.
O que deseja, por favor? ¿Q-- q------ / d----? ¿Qué querría / desea?
Deseja um café? ¿Q------ (u----) u- c---? ¿Querría (usted) un café?
Ou prefere antes um chá? ¿O p------- u- t-? ¿O prefiere un té?
Queremos ir para casa. Qu-------- i---- a c---. Querríamos irnos a casa.
Querem um táxi? ¿Q-------- u- t---? ¿Querríais un taxi?
Eles querem telefonar. (E---- / e----) q------- l----- p-- t-------. (Ellos / ellas) querrían llamar por teléfono.

Duas línguas= dois centros linguísticos

O nosso cérebro não fica indiferente quando aprendemos uma língua. Pois tem vários arquivos para línguas diferentes. Nem todas as línguas que aprendemos são armazenadas em conjunto. As línguas que aprendemos quando somos adultos têm o seu próprio arquivo. Ou seja, o cérebro processa as novas regras em outra área. Não se armazenam na mesma área da língua materna. Por outro lado, as pessoas que crescem com duas línguas utilizam apenas uma única região. Foi esta a conclusão à qual chegaram numerosos estudos. Neurolinguistas fizeram várias experiências com vários indivíduos. Estes indivíduos falavam fluentemente duas línguas. Metade do grupo tinha crescido com as duas línguas. Por outro lado, a outra metade tinha aprendido a segunda língua apenas mais tarde. Através de testes linguísticos, os pesquisadores conseguiram medir os níveis da atividade cerebral. E, assim, identificaram quais eram as regiões do cérebro ativadas durante os testes. E assim, constataram que os aprendizes ‘tardios’ possuíam dois centros linguísticos! Na verdade, os pesquisadores já suspeitavam disso. As pessoas com uma lesão cerebral revelaram diversos sintomas. Por isso, uma lesão do cérebro pode originar vários problemas com a linguagem. Os afetados pronunciavam e entendiam mal as palavras. No caso dos bilíngues, os sintomas demonstrados eram bastante particulares. Os seus problemas linguísticos nem sempre afetavam as duas línguas. A lesão de uma das regiões do cérebro não impede o funcionamento da outra. Por conseguinte, os pacientes falavam uma língua melhor do que a outra. E, do mesmo modo, a reaprendizagem das duas línguas ocorre de um modo diferente. Isto prova que as duas línguas não se encontram armazenadas na mesma região. Como não foram adquiridas ao mesmo tempo, pertencem a duas áreas cerebrais diferentes. Ainda se desconhece, por enquanto, o modo como o nosso cérebro gerencia as várias línguas. Todavia, as novas descobertas poderiam implicar em novas estratégias de aprendizagem...